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Sobre a Região

Albufeira é um concelho singular que valoriza o património e a sua identidade cultural.
Sendo o concelho mais central do Algarve, esta situação privilegiada permite fácil acesso à restante região a todos aqueles que a desejem conhecer. É um concelho pertencente ao Distrito de Faro, Algarve, a região mais a sul de Portugal.
Com cerca de 40 000 habitantes e 140,66 km² de área, o concelho está subdividido em 4 Freguesias: Albufeira e Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne. Com uma localização central privilegiada, o concelho possui acessos modernos e funcionais, como a autoestrada de ligação às restantes regiões do país, o Aeroporto Internacional de Faro(40Km) e a via do Infante que liga a totalidade dos concelhos algarvios.
Um dos seus principais recursos é a extensa faixa litoral com mais de 30 km, onde se poderá encontrar 24 praias com características únicas, marcadas pelo ameno clima mediterrânico e banhadas pelas ondas do Oceano Atlântico. Albufeira afirma-se como um dos mais importantes e movimentados destinos turísticos do Sul da Europa.
História
Desconhecem-se as origens de Albufeira, mas tudo leva a crer que a região já era povoada em tempos pré-históricos e que o local onde hoje se ergue a cidade teria sido, alguns séculos antes da nossa era, uma importante povoação com o seu porto marítimo.
A primitiva povoação foi ocupada pelos Romanos que lhe deram o nome de Baltum. Introduziram uma organização administrativa centralizada e desenvolveram uma intensa actividade agrícola e comercial. Construíram aquedutos, estradas e pontes das quais ainda hoje existem vestígios.
O topónimo Albufeira provem da denominação árabe "Al-buhera" que significa "castelo do mar", razão que poderá estar ligada à proximidade do oceano e/ou da lagoa que se formava na zona baixa da localidade. Os árabes construíram sólidas fortificações defensivas, tornando-a quase inexpugnável, o que até certo ponto não era infundado, porque Albufeira foi uma das praças que os árabes conservaram por mais tempo em seu poder. O desenvolvimento da agricultura foi notável e verificou-se a introdução de novas técnicas e de novas culturas. Os Árabes usavam já a charrua e os adubos, assim como as noras para a elevação de águas nos poços. Introduziram novos sistemas de irrigação nos campos, salientando-se os açudes e levadas, transformando assim zonas incultas em hortas e pomares.
Quando D.Afonso III ocupou o trono, já parte do Algarve tinha caído em poder dos cristãos. Templários e Hospitalários, ordens militares que auxiliaram na Reconquista, salteavam frequentemente as terras que ainda estavam sob domínio Árabe, mas detinham-se sempre diante das fortes muralhas de Albufeira. Somente depois da tomada de Faro é que a situação de Albufeira se tornou insustentável.
Cercada de inimigos por todos os lados, a praça caiu em poder de D.Afonso III, que imediatamente a doou à Ordem de Aviz.
Os mouros foram perseguidos de tal forma, que só escaparam ao furor dos vencedores os que fugiram e se refugiaram numa caverna, denominada Cova do Xorino, situada por baixo das rochas delimitantes da cidade pelo lado sul.
No reinado de D. Manuel I já a vila reconquistara a sua antiga importância, pois este monarca concedeu-lhe foral em 20 de Agosto de1504.
Albufeira foi das cidades algarvias a mais castigada por cataclismos naturais. Mas foi o terramoto e que causou os maiores estragos. O mar invadiu a vila com ondas que atingiram 10m de altura, destruindo quase todos os edifícios, tendo apenas ficado de pé 27 habitações e estas muito arruinadas.
Ligação de Albufeira ao Mar
A partir de meados do século XIX verificou-se um desenvolvimento da economia graças à atividade piscatória.
Nas primeiras décadas do século XX registou-se um aumento acentuado da exportação de peixe e de frutos secos. A vila tinha, então, cinco fábricas que empregavam 700 a 800
pessoas, sobretudo mulheres de pescadores. Porém, da década de 1930 à década de 1950, registaram-se tempos de decadência, as armações de pesca arruinaram-se, as fábricas fecharam, as embarcações desapareceram e muitas casas foram abandonadas. A população ficou reduzida à metade e a pesca tornou-se novamente numa atividade de subsistência
Da povoação de longa tradição piscatória com uma próspera indústria de exportação de peixe, resta o porto de abrigo, junto à marina de Albufeira, com os seus coloridos barcos de pesca artesanal, os quais partilham o espaço com as embarcações que se dedicam aos passeios marítimos pela costa e à visita das fabulosas grutas marinhas.
Mapa Interativo
http://plantas.cm-albufeira.pt/mapainteractivo/Default.aspx
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